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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

De Rafai a Bakouma, passando por Bangassou

  

 

De Rafai a Bakouma, passando por Bangassou

6 de setembro de 2026

Cheguei a Rafai na quarta-feira, 26 de agosto, e permaneci lá até segunda-feira, 31 de agosto. Rafai é uma bela missão administrada por frades franciscanos.

No sábado, dia 29, celebrei crismas em Meskyn, um pequeno povoado situado a 12 quilômetros dali. Um povoado onde as mulheres parecem ser maioria — pelo menos na igreja! Todas as pessoas que receberam a crisma eram meninas e, entre os habitantes, pelo menos dois terços eram mulheres.

No domingo, dia 30, celebramos em Rafai a festa do padroeiro da paróquia (Santo Agostinho) e a posse do novo pároco, Frei Marcel Lifaki.

Na segunda-feira de manhã, estavam previstas crismas em um povoado situado a 80 quilômetros dali, na estrada para Bangassou. Mas eu estava com um pouco de malária; por isso, adiei as crismas para outro dia e retornamos a Bangassou.

A semana continua com diversas atividades, entre elas as obras da nova igreja de Lanome, que inauguraremos na terça-feira, 8 de setembro. Infelizmente, os ladrões também continuam agindo e, durante a minha ausência, ocorreu um roubo importante na Economato da Diocese.

No sábado de manhã, parto para o norte, rumo a Bakouma, a 125 km de Bangassou. O padre Agustín Aniya, o novo pároco de Bakouma, me acompanha. A mudança de pároco é um momento importante para a diocese e para as comunidades, momento que acompanhamos com oração, reflexão e celebração.

Celebramos a missa na igreja de pedra, que ficou pequena e está cheia de rachaduras. Durante a missa, uma cobra se desloca tranquilamente pela estrutura do telhado. Ao final da missa, anunciei que, se Deus quiser, construiremos uma nova igreja no ano que vem.

E retorno a Bangassou no domingo à tarde.

 

Rafai

Meskin
 
 



Bakouma









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